Estamos em Praia Grande - SP, oferecendo almoço vegetariano de segunda a sexta-feira, entregando em sua residência ou trabalho. Não usamos nenhum tipo de carne animal. Montamos cardápios diferentes a cada semana, variando os feijões, legumes e verduras, procurando sempre oferecer pratos coloridos e atraentes. O cliente pode escolher o arroz integral ou o branco. Só usamos temperos naturais, muitos colhidos de nossa pequena horta doméstica.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
Zooterapia ajuda no tratamento de crianças e adultos no interior de SP
Equoterapia é o método usado em Botucatu.
Em Bauru há também a petiterapia, com cães.
Albert da Silva Floriano, que participa do projeto desde 2011, é um dos beneficiados. Segundo Regina Floriano, mãe do aluno, ele já melhorou muito. “Ele se sente mais tranquilo e tem apego com os bichos. Ele tem problema em se fixar em uma coisa e terminá-la, mas isso já mudou”, afirmou. Além disso, ele está mais calmo, segundo a mãe. "Ele não fica tão irritado, e quando fica, logo passa. Antes da terapia era mais complicado, ele não entendia o que falávamos para ele, hoje entende e obedece”.
Ainda de acordo com a pedagoga e instrutora, o cavalo tem um diferencial. “A questão de poder, de conquista, até mesmo do que o cavalo representa na história, mexe com as crianças. Principalmente quando elas conseguem fazê-los trotar, andar e parar, é uma conquista”, informou.
A Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) desenvolve um projeto parecido há 11 anos. Os participantes são alunos ou pacientes do Centro de Reabilitação escolhidos por triagem e avaliação. Segundo Luciana Marçal da Silva, consultora e fisioterapeuta, a equoterapia é uma técnica multidisciplinar que utiliza o cavalo como recurso terapêutico. “Atendemos com apoio de fisioterapeuta, psicóloga, educador físico, pedagogo, equitador e fonoaudiólogo, onde o paciente tem uma supervisão global”, explicou.
Outra iniciativa envolvendo animais é a petiterapia, uma zooterapia que promove, por meio da interação homem-animal, um estímulo à aprendizagem da criança. Segundo Kellen Reis, psicóloga responsável, o projeto possibilita um atendimento diferenciado. “Através da relação do cão com a pessoa, vemos uma estratégia que estimula a afetividade”, contou.
sábado, 24 de março de 2012
Matar e não comer

No mundo ocidental maltratar animais não é novidade
Rodrigo Elias
http://www.revistadehistoria.com.br/secao/artigos/matar-e-nao-comer
Touradas, rinhas de galo e de cães, rodeios, pesca esportiva, farra do boi... Os animais, domésticos ou não, têm servido ao divertimento dos homens. A crueldade contra os demais seres do mundo natural, entretanto, não é um novidade no ocidente.
Ao longo dos séculos, nossa postura em relação aos animais se transformou. Esta mudança revelou não apenas uma adequação a determinados padrões burgueses de comportamento, que em geral rejeitam a violência explícita ou muito próxima aos olhos, mas também um deslocamento do próprio homem na representação da natureza.
É possível perceber, desde a Antiguidade Clássica, uma reflexão de cunho moral sobre as implicações da distância. O filósofo grego Aristóteles (384 – 322 a.C.), na sua obra Retórica, ao tratar do gênero retórico aplicado à prática jurídica, afirmou que o homem só é sensível à dor daquele que lhe é próximo. Segundo o historiador italiano Carlo Ginzburg, esta noção foi retomada por diferentes pensadores na Época Moderna, em especial durante o século XVIII, caso evidente na obra do filósofo iluminista Denis Diderot (1713-1784). O que faz uma pessoa respeitar a lei e não cometer um crime não é um constrangimento genuíno, mas o medo da condenação: “o remorso talvez nasça menos do horror de si do que do medo dos outros; menos da vergonha da ação do que da censura e do castigo que se seguiriam se ela fosse descoberta”, escreveu em 1773.
Este princípio geral poderia ser aplicado a todas as épocas: alguém, estando em Lisboa ou em Paris, ao saber que um terremoto matou milhares de pessoas na longínqua China, pode se lamentar por um tempo, refletir sobre a fragilidade e a transitoriedade da vida, talvez demonstrar até mesmo alguma compaixão genuína. Mas dificilmente perderá o apetite ou deixará de cumprir algum ritual cotidiano. A distância dos cadáveres não permite que o seu odor seja sentido.
A crueldade com os animais teria alguma relação com a noção de distância. Os animais selvagens, que não convivem com os homens, são fisicamente distantes e, por isso, estão fora da nossa redoma de compaixão. Ao longo dos séculos, mesmo não sendo mais necessário para fins de subsistência em muitos dos círculos “civilizados”, a caça permaneceu como diversão, como “prática esportiva”. A rainha Elizabeth I gostava de caçar cervos no século XVI. Quando já estava com idade avançada, atirava em animais presos em um cercado. Matar pelo simples prazer de poder matar.
Já os animais fisicamente próximos ao homem, ou seja, que compartilhavam um espaço geográfico semelhante – domesticados, portanto –, podiam ser maltratados pelo fato de que estavam situados em um lugar distante do homem no que diz respeito à ordem natural do mundo. Na Criação, de acordo com a tradição legada ao ocidente moderno pelo cristianismo, o homem ocupa um lugar proeminente em relação aos demais seres – inclusive à mulher. Deste modo, estando os homens distantes dos outros animais, as implicações morais do que consideramos crueldade são absolutamente efêmeras.
Era muito comum, pelo menos até o século XVII, divertimentos envolvendo animais que, atualmente, podem fazer qualquer brutamontes corar. O açulamento de touros, ursos e outros animais na Inglaterra era uma prática corriqueira, um evento organizado por anfitriões educados ao receberem visitantes. Acorrentava-se a vítima e incitava-se cães contra ela, às vezes um a um, às vezes em conjunto. O animal, que rapidamente tinha o seu focinho, suas orelhas ou outras partes mais frágeis da sua anatomia dilaceradas, era maltratado durante horas, até o seu aniquilamento. Em algumas regiões, realizava-se uma corrida de touros. O animal, com as orelhas e a cauda arrancadas e o nariz fervendo de pimenta, era solto no meio da multidão, que tratava de piorar o seu sofrimento. Em algumas escolas, durante o carnaval, era prática comum apedrejar galos. A ave podia ser amarrada a um toco ou enterrada até o pescoço. A partir daí, as crianças a apedrejavam até a morte.
Ao longo do século XVIII, com o avanço do conhecimento do mundo por meio científico, o homem ocidental pareceu cada vez mais próximo dos demais seres da natureza. Paralelamente, a crueldade em relação aos animais passou a ser algo cada vez mais incômodo – a proximidade traz o constrangimento. Ainda em 1713, o poeta inglês Alexander Pope escrevia: “quanto mais inteiramente a criação inferior é submetida ao nosso poder, mais responsáveis nós devemos ser em relação ao seu mau uso”.
Os ingleses, assim como europeus de outros centros iluministas, passaram a ver com muita estranheza algumas práticas que permaneciam em regiões periféricas, como Portugal e Espanha. As touradas, os sangrentos festivais onde os animais são sistematicamente massacrados para delírio de uma multidão, eram vistos como resquício de práticas bárbaras – sobretudo em um momento no qual os seres vivos parecem estar muito próximos dentro da natureza.
A crueldade contra os animais passou a ser paulatinamente combatida no âmbito das legislações nacionais ao longo do século XIX. Simultaneamente, grupos de pessoas se dedicavam à proteção dos animais, formando associações ou produzindo textos que embasavam esta mudança de postura. Em 1838, o norte-americano William Hamilton Drummond publicava Os direitos dos animais, e a obrigação do homem em tratá-los com humanidade. Nesta obra, afirma que muitos homens verdadeiramente benevolentes daquele século não haviam se dado conta de que estas atitudes de condescendência deveriam ser estendidas aos outros animais. Segundo Drummond, “eles nunca foram levados a refletir sobre o fato de que muitos animais são delicadamente constituídos e sensíveis à dor como eles próprios – e que todos estes animais, assim como o homem, têm os seus direitos, aos quais é injusto e cruel violar ou infringir”.
O século XX demonstrou repetidas vezes que o homem civilizado não está livre da crueldade. Duas guerras mundiais, o extermínio sistemático de minorias étnicas, conflitos fratricidas por motivos que variam de domínio territorial a divergências religiosas têm colocado em xeque a noção de que o homem ocupa um lugar especial no reino animal. Aliás, sua superioridade parece residir na capacidade potencial de eliminar este e outros reinos.
Entretanto, algumas iniciativas ao longo do século passado dão prova de que o legado iluminista não se perdeu completamente. Somos, querendo ou não, herdeiros desta tradição que trata o homem como um ser natural, e por isso somos forçados a nos colocar lado a lado com os outros animais, sendo capazes, por isso, de perceber que sofrem, que podem sentir dor – ou seja, a distância foi reduzida.
Muitas entidades da sociedade civil, como a Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa), fundada em 1943, ou a People for the Ethical Treatment of Animals (Peta), organizada em 1980, trazem à tona cotidianamente a nossa relação de vizinhança com as outras espécies animais. E provam que, mesmo em tempos pouco delicados, a compaixão pelo próximo, bípede ou não, nos faz, de algum modo, humanos.
domingo, 18 de março de 2012
'Supercentenário' brasileiro faz sucesso nos EUA com seu estilo de vida saudável

Alegando ter 110 anos, Bernando LaPallo Júnior aparenta algumas décadas a menos. Os cabelos pretos, a lucidez e a grande disposição chamam a atenção de todos. Já a pele perfeita, viçosa e sem rugas conquista admiradores e, ao mesmo tempo, causa inveja àqueles que gastam fortunas com cremes e tratamentos estéticos e não conseguem resultado semelhante.
Apesar de não ter mais sua certidão de nascimento, LaPallo conta que nasceu em 1901 em Vitória, no Espírito Santo. Ele decidiu revelar ao público sua receita de jovialidade com a publicação do livro: Age Less, Live More - ainda sem data de publicação no Brasil - em que atribui sua saúde e longevidade a uma dieta alimentar restrita e a outros hábitos de saúde naturais e alternativos.
Por conta do livro publicado há pouco mais de três anos, ele também tem feito vídeos com suas receitas culinárias favoritas, ministrado palestras em unversidades americanas sobre os segredos de sua vitalidade e dado consultoria sobre alimentação.
A receita dele é simples. 'Sigo uma rotina diária: faço uma caminhada logo depois de acordar, tomo café da manhã com uma xícara de chá verde, duas fatias de pão integral com manteiga de amendoim e mel. Depois, tomo banho e passo azeite de oliva no rosto e no corpo', revelou à BBC Brasil. 'No almoço, como uma sopa de cevada com cereais, pão integral e dois copos de água. Às 16 horas, preparo o meu jantar: uma salada, chá e alguns vegetais.'
Lapallo não consome carne de vaca, frango, porco, leite ou derivados. Mas come peixe três vezes por semana, em pequena quantidade, cerca de 120 gramas cada vez. De acordo com ele, 'é muito importante não comer demais, porque a digestão de grandes quantidades representa um consumo de energia muito grande pelo organismo.'
Legumes, frutas, sopas, sucos, peixe e uma dieta orgânica geral compõem a base de sua alimentação. De acordo com ele, alho, azeite de oliva, canela, chocolate e mel são os cinco alimentos-chave que o mantém saudável. Ele também bebe muita água durante o dia e gosta de um suco feito com maçã, couve e ervas. Não come fast food, não bebe álcool ou fuma.
De Mesa, no Arizona, onde vive desde 2004, ele diz que outro ponto importante é se alimentar em horários regulares. 'Assim, todo o corpo pode funcionar melhor. Se você cuidar bem do seu corpo, ele cuidará de você', assinalou.
Criança
Filho de pai brasileiro e mãe americana, LaPallo mudou-se para os Estados Unidos aos cinco anos de idade.
'Meu pai veio estudar medicina e sempre foi muito rígido com o aprendizado do inglês. Nunca tive a oportunidade de aprender realmente o português e, aos poucos, fui esquecendo o idioma', afirma o brasileiro ao lembrar que ainda guarda muitas recordações do Brasil e considera a praia de Copacabana a mais linda do mundo.
LaPallo passou a ter um maior convívio com a comunidade brasileira nos Estados Unidos depois de ter lançado seu livro, aos 107 anos de idade. Desde então, uma bandeira brasileira faz parte da decoração da sala de sua casa.
Apesar da idade avançada, o capixaba ainda mantém um grande apetite pela vida.
'Há cerca de dois meses fui fazer alguns exames de rotina. Mas não costumo consultar médicos. Eles não são bons para mim. Eles sempre receitam um monte de pílulas e isto não é bom. Eu não tomo o remédio deles', afirmou o brasileiro, que casou três vezes, teve três filhos, quatro netos e dois bisnetos. 'Nunca fiquei doente. Nunca tive um resfriado. Eu me sinto ótimo e espero viver até pelo menos os 125 anos.'
LaPallo, que não tem mais o registro de nascimento brasileiro, conta com um blog em que escreve sobre seu livro, sua história e muitas dicas saudáveis. Também está no Facebook, prepara-se para o lançamento de seu segundo livro e alimenta o sonho de abrir um restaurante no próximo ano.
domingo, 11 de março de 2012
Causa primária e prevenção do câncer , por Otto H. Warburg - ganhador do prêmio Nobel

De acordo com este cientista, o câncer é o resultado de uma alimentação e estilo de vida antifisiológicos. Por quê? Porque uma vida antifisiológica (regada de alimentos acidificantes e sedentarismo), cria um ambiente de acidez em nosso corpo. A acidez, por sua vez expulsa o oxigênio das células.
Ele disse:
"A falta de oxigênio e acidose são dois lados da mesma moeda: quando você tem um, você tem o outro. As substâncias ácidas rejeitam o oxigênio, enquanto substâncias alcalinas atraem o oxigênio."
Assim, em um ambiente ácido, ou sem oxigênio, as células sofrem consequências graves : "Privar a célula de 35% de seu oxigênio por 48 horas pode torna-la cancerosa."
De acordo com Warburg
"Todas as células normais têm uma exigência absoluta para o oxigênio, mas as células cancerosas podem viver sem oxigênio - uma regra sem exceção"
E também:
"Os tecidos cancerosos são ácidos , enquanto que os tecidos saudáveis são alcalinos."
Em seu "O metabolismo de tumores" Warburg demonstrou que todas as formas de câncer são caracterizadas por duas condições básicas:
- acidose
- hipóxia (falta de oxigênio)
Ele também descobriu que as células cancerosas são anaeróbias (não respiram oxigênio) , assim não conseguem sobreviver na presença de altos níveis de oxigênio.
Portanto, o câncer nada mais seria do que um mecanismo de defesa que certas células do corpo têm para se manterem vivas em um ambiente desprovido de oxigênio e ácido .
Em resumo:
Células saudáveis vivem em um ambiente alcalino, com disponibilidade boa de oxigênio, que permite o seu bom funcionamento.
Células de câncer sobrevivem em um ambiente desprovido de oxigênio e extremamente ácido.
Antes de continuar:
Uma vez que no processo de digestão, os alimentos de acordo com a qualidade de proteínas, carboidratos, gorduras, minerais e vitaminas que fornecem, criam uma condição de acidez ou alcalinidade do corpo.
O resultado acidificante ou alcalinizante é medido por uma escala chamada pH , cujos valores estão na faixa de 0 a 14, sendo pH 7 = pH neutro.
É importante saber como a saúde é afetada pelos alimentos ácidos e alcalinos, pois isso afeta o funcionamento das células. Em uma pessoa saudável, o pH do sangue é entre 7,40 e 7,45. Observe que, se o pH do sangue, a cair abaixo de 7, a pessoa pode entrar em coma .
Então o que temos nós com isso?
Analisando a alimentação habitual
Os alimentos que acidificam o corpo :
- Açúcar refinado e todos os produtos que levam ele (o pior de todos: não tem proteínas, nem vitaminas, nem gorduras, nem minerais, apenas hidratos de carbono refinados que sobrecarregam o pâncreas). Seu PH é de 2,1 - altamente acidificante!
- Carne (todos, principalmente a vermelha)
- Leite de vaca e todos os seus derivados
- Sal refinado (o ideal é que não sejam refinados)
- Farinha refinada e todos os seus derivados (massas, biscoitos, etc.)
- Produtos de padaria (principalmente gordura saturada, margarina, açúcar, sal e conservantes)
- Margarina
- Cafeína
- Álcool
- Tabaco
- Medicamentos
- Qualquer alimento cozido (cozinhar remove o oxigênio e o converte em ácido), incluindo legumes cozidos.
- Todos os que contêm conservantes, corantes, aromatizantes, estabilizantes, etc.
- Refrigerantes
O sangue está constantemente se auto-regulando para não ficar ácido, garantindo assim o bom funcionamento das células, otimizando o metabolismo. A auto regulagem é obtida, principalmente, a partir de alimentos básicos (minerais) para neutralizar a acidez do sangue , mas todos os alimentos já mencionadas, desmineralizam o corpo (especialmente os refinados), enfraquecendo principalmente os ossos.
Tenha em mente que o estilo de vida moderno, esses alimentos são consumidos cinco vezes por dia, 365 dias por ano!
Curiosamente todos estes alimentos nomeados são antifisiológicos !!... Nosso corpo não é projetado para digerir toda essa porcaria!
Alimentos alcalinizantes
Ou seja, os que fazem bem
- Todas as verduras cruas (algumas são ácidas, mas na digestão se tornam alcalinizantes)
- Frutas, possuem quantidades saudáveis de oxigênio. O limão, por exemplo, tem um pH de cerca de 2,2, mas dentro do organismo tm um efeito altamente alcalinizantes (talvez o mais poderoso de todos).
- Sementes: além de todos os seus benefícios, são altamente alcalinizantes tais como amêndoas.
- Grãos: O único grão alcalinizante é o painço, todos os outros são um pouco acidificantes mas muito saudável! Todos devem ser consumidos cozidos.
- O mel é altamente alcalinizante
- A clorofila em plantas (qualquer planta) é altamente alcalinizantes (especialmente o aloe vera)
- A água é importante para o fornecimento de oxigênio. "Desidratação crônica é a ênfase principal do corpo e a raiz da maioria das doenças degenerativas", diz o Dr. Batmanghelidj Feydoon
- Exercício ajuda na oxigenação do seu corpo inteiro.
Dr. George W. Crile, de Cleveland, um dos cirurgiões líderes mundiais que declara abertamente:
"Todas as chamadas mortes naturais são apenas o ponto final de uma saturação de ácidos no organismo.
Inversamente, é completamente impossível que um câncer cresça em uma pessoa que libere seu corpo da acidez, nutrindo-se de alimentos nutritivos que produzam reações metabólicas alcalinas e consumam água pura, e que, por sua vez, evitem alimentos que causam acidez, e evitem os alimentos tóxicos.
Em geral, o câncer não é contagioso ou herdado. O que é herdado são os hábitos alimentares e ambiente de vida que o produzem. "
Mencken escreveu:
"A luta da vida é contra a retenção de ácido. O envelhecimento, a falta de paciência, energia e dores de cabeça, doenças cardíacas, alergias, eczema, urticária, asma, arteriosclerose e cálculos não são mais que o acúmulo de ácidos. "
Dr. Theodore A. Baroody diz em seu livro "Alkalize or Die" (Alcalinizar ou morrer):
"Não importa os nomes incontáveis das doenças. O que importa é que todos eles vêm da mesma raiz - um monte de resíduos ácidos no corpo".
Dr. Robert O. Young diz:
"O excesso de acidificação no organismo é a causa de todas as doenças degenerativas. Quando o equilíbrio é rompido e o corpo começa a produzir e armazenar mais resíduos ácidos e tóxicos que ele pode manipular, então se manifestam várias doenças."
E sobre a quimioterapia?
Eu não vou entrar em detalhes, mas vou apenas apontar o óbvio:
Quimioterapia acidifica o organismo a tal ponto que ele deve recorrer a reservas alcalinas imediatamente para neutralizar a acidez, sacrificando bases minerais (cálcio, magnésio, potássio, fosfato) depositados nos ossos, dentes, unhas, articulações e cabelos.
É por isso que se observa tamanha degradação em pessoas que recebem este tratamento, entre muitas outras coisas, seus cabelos caem em alta velocidade.
Para o corpo não significa nada ficar sem cabelo, mas um pH ácido significaria a morte.
É necessário dizer que isso não se divulga porque que a indústria do câncer e quimioterapia são um dos negócios mais bilionários hoje? É necessário dizer que a indústria farmacêutica e indústria de alimentos são uma única entidade?
Você percebe o que isso significa?
Deixe que o alimento seja o teu remédio, que teu remédio seja tua comida - Hipócrates
http://www.bibliotecapleyades.net/salud/...ncer67.htm
